Hálitos e/ou mau hálito
40% da população brasileira tem mau hálito, segundo a Associação Brasileira de Estudos e Pesquisas dos Odores da Boca (ABPO)
87% dos casos de halitose têm origem bucal
2% são de origem respiratória
1% está relacionado ao estômago
US$1,3 bilhões foram gastos nos EUA, em 2002, com enxaguatórios bucais e pastilhas de menta
Dicas para evitar o mau hálito
Usar fio dental e escovar bem os dentes, de forma correta, limpando também a língua, sempre após as refeições.
Consultar o dentista regularmente.
Ter uma dieta balanceada, rica em frutas, legumes e verduras, e evitar comer entre as principais refeições.
Beber no mínimo dois litros de água diariamente.
Evitar e controlar o estresse.
Evitar comidas gordurosas em excesso, não fumar, não comer frituras.
O que provoca o mau hálito
Alterações gastrointestinais (intestino preso, diarréia, refluxo)
Doenças sistêmicas: alterações renais, hepáticas, diabetes
Jejum prolongado
Dietas ricas em proteínas e lipídeos, inadequadas e excessivas
Dietas ricas em compostos voláteis, como alho e cebola
Dieta para emagrecer ou com restrição de carboidratos
Uso de medicamentos que alteração a salivação (antidepressivos, ansiolíticos, antidepressivos, antialérgicos, moderadores de apetite, laxantes)
Radioterapia em região da cabeça e pescoço
Má higiene bucal (placa bacteriana, restos alimentares, saburra lingual)
Alterações na qualidade da saliva (na viscosidade e pH)
Alterações na quantidade de saliva (hipossalivação, boca seca ou xerostomia)
Problemas odontológicos: cárie, gengivite, doença periodontal, processos infecciosos, próteses mal adaptadas e mal polidas, restaurações defeituosas, feridas)
Mastigação deficiente (devido a: falta de dentes, próteses inadequadas, questão de hábito)
Bruxismo (ranger de dentes)

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